Cães são crianças e gatos são adultos.
Como preferir um ao outro?
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sábado, 17 de dezembro de 2011
terça-feira, 22 de novembro de 2011
A pergunta mais difícil
- Quero pagar com cartão. Aqui está.
- Crédito ou débito?
- Esse é crédi.. não, débi... péééra, crédi... éé... CRÉDITO! ESSE É CRÉDITO.
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PS: queria muito ser cartunista
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- Crédito ou débito?
- Esse é crédi.. não, débi... péééra, crédi... éé... CRÉDITO! ESSE É CRÉDITO.
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PS: queria muito ser cartunista
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segunda-feira, 21 de novembro de 2011
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Pizzas e expressões
Pizzaiolo tem o direito quase divino de errar à vontade. Pode fazer pizza, como se o fosse!, de frango com catupiri, califórnia, chocolate e qualquer outro descalabro que a temerosa criatividade culinária invente.
Até milho!
Mas essa prerrogativa não dá, de jeito nenhum, ao empoeirado o direito de estragar nossas expressões.
Uma coisa que não é nem assim nem assado sempre foi dita "mezzo alice, mezzo mozarela", com sotaque carregado e errado.
Duas certezas contrapostas montavam uma dúvida.
Agora, que vêm esses pilotos de forno a lenha conspurcar com mozarela a pizza de alice, como fica o dito: "Isso é assim-assim: mezzo alice i mozarela, mezzo mozarela"?
É o mezzo do mezzo! Tem cabimento?
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Até milho!
Mas essa prerrogativa não dá, de jeito nenhum, ao empoeirado o direito de estragar nossas expressões.
Uma coisa que não é nem assim nem assado sempre foi dita "mezzo alice, mezzo mozarela", com sotaque carregado e errado.
Duas certezas contrapostas montavam uma dúvida.
Agora, que vêm esses pilotos de forno a lenha conspurcar com mozarela a pizza de alice, como fica o dito: "Isso é assim-assim: mezzo alice i mozarela, mezzo mozarela"?
É o mezzo do mezzo! Tem cabimento?
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segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Felicidade possível
O cara que foi moleque bom-de-bola já teve, da vida, metade da felicidade possível.
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segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Ângulos, Reais e grilhões (*)
É muito difícil se livrar de alguns dos grilhões da cultura.
O retângulo é um deles e a arquitetura corriqueira prova isso. Os ângulos retos parecem impostos pelo movimento das gavetas, delas para os móveis e dos móveis para os cômodos, já que nem todo mundo se conforma com cantos inúteis na casa, embora não o sejam.
O mesmo retângulo dominou o papel para escrever, pois as linhas tinham que ser constantes; e o papel-moeda, sem nenhuma razão além do corte sem perdas, coisa que só fazia sentido antes das técnicas de reuso.
Agora, as novas notas de Real têm tamanhos diferentes para a identificação de quem enxerga pouco ou nada. Difícil imaginar coisa mais justa.
Mas há um prejuízo nos novos formatos. As carteiras (masculinas!) podiam ser mínimas, quase do tamanho de um cartão eletrônico e de uma nota das antigas, dobrada. Ao aumentar a de 50 e a de 100 para diferenciar, elas passam a não caber mais no mesmo cantinho.
Não fosse o preconceito do ângulo reto, nosso dinheiro não precisava crescer. Bastava usar outras formas geométricas: a de 100 seria um retângulo (vá lá); a de 50, um pentágono; a de 20, um hexágono; a de 10, uma elipse; a de 5, sei lá, pense aí.
Hexágono e pentágono irregulares, claro. Compridinhos. Não me venha com outro preconceito de que polígonos têm que ser regulares.
(Calma aí, espertinho. Repare que, se cortar um pedaço, diminui o valor. Já tava pensando em pegar a tesoura pra enganar o cego?).
De quebra, ainda teríamos o dinheiro mais peralta do planeta.
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(*) pro Glauco Matoso
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O retângulo é um deles e a arquitetura corriqueira prova isso. Os ângulos retos parecem impostos pelo movimento das gavetas, delas para os móveis e dos móveis para os cômodos, já que nem todo mundo se conforma com cantos inúteis na casa, embora não o sejam.
O mesmo retângulo dominou o papel para escrever, pois as linhas tinham que ser constantes; e o papel-moeda, sem nenhuma razão além do corte sem perdas, coisa que só fazia sentido antes das técnicas de reuso.
Agora, as novas notas de Real têm tamanhos diferentes para a identificação de quem enxerga pouco ou nada. Difícil imaginar coisa mais justa.
Mas há um prejuízo nos novos formatos. As carteiras (masculinas!) podiam ser mínimas, quase do tamanho de um cartão eletrônico e de uma nota das antigas, dobrada. Ao aumentar a de 50 e a de 100 para diferenciar, elas passam a não caber mais no mesmo cantinho.
Não fosse o preconceito do ângulo reto, nosso dinheiro não precisava crescer. Bastava usar outras formas geométricas: a de 100 seria um retângulo (vá lá); a de 50, um pentágono; a de 20, um hexágono; a de 10, uma elipse; a de 5, sei lá, pense aí.
Hexágono e pentágono irregulares, claro. Compridinhos. Não me venha com outro preconceito de que polígonos têm que ser regulares.
(Calma aí, espertinho. Repare que, se cortar um pedaço, diminui o valor. Já tava pensando em pegar a tesoura pra enganar o cego?).
De quebra, ainda teríamos o dinheiro mais peralta do planeta.
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(*) pro Glauco Matoso
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sexta-feira, 7 de outubro de 2011
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